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AGREGADO MIÚDO – DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA E MASSA ESPECÍFICA APARENTE

 

 

1.0                  - DOCUMENTOS BÁSICOS

 

1.1.                - NBR NM 52

 

 

2.0                  - MATERIAL BÁSICO

 

2.1.                - Agregado miúdo.

 

2.2.                - Água.

 

 

3.0                  - EQUIPAMENTOS

 

3.1.                - Balança de precisão 0,1g.

 

3.2.                - Molde tronco-cônico.

 

3.3.                - Picnômetro com capacidade de 500 ml.

 

3.4.                - Soquete.

 

3.5.                - Estufa.

 

3.6.                - Bandeja metálica.

 

3.7.                - Espátula.

 

3.8.                - Funil de vidro.

 

3.9.                - Banho termo-regulador.

 

3.10.            - Pincel de cerdas macias.

 

 

4.0                  - ENSAIO

 

4.1.                - A amostra para ensaio deve ser constituída por 1 Kg de agregado miúdo.

 

4.2.                - Colocar a amostra em um recipiente, cobri-la com água e deixar em repouso por 24 horas. Retirar a amostra da água e estendê-la sobre uma superfície plana, submetendo-a à ação de uma suave corrente de ar, revolvendo a amostra com freqüência para assegurar uma secagem uniforme. Prosseguir a secagem até que os grãos de agregado miúdo não fiquem fortemente aderidos entre si.

 

4.3.                - Colocar o agregado miúdo no molde, sem comprimi-lo; compactar sua superfície suavemente com 25 golpes de soquete e então levantar verticalmente o molde. Se ainda houver umidade superficial, o agregado conserva a forma do molde.

 

4.4.                - Nesse caso, continuar a secagem, revolvendo a amostra constantemente e fazer ensaios a intervalos freqüentes de tempo até que o cone de agregado miúdo desmorone ao retirar o molde. Neste momento o agregado terá chegado à condição de saturado superfície seca.

 

4.5.                - O método descrito de 6.2 a 6.4 tem por fim assegurar que no primeiro ensaio o agregado tenha alguma umidade superficial. Se o cone desmoronar na primeira tentativa, o agregado miúdo terá sido seco além do seu ponto de saturado superfície seca. Nesse caso, adicionar uma pequena quantidade de água (alguns centímetros cúbicos), misturar intimamente e deixar a amostra em um recipiente tampado durante 30 min, iniciando novamente o processo de secagem e ensaio.

 

NOTA: Alternativamente, quando os dados de massa específica se referem a agregados a serem utilizados no concreto em sua condição natural de umidade ou totalmente seco em estufa, as operações estabelecidas nos itens 6.2 a 6.5 podem ser omitidas, sendo calculada apenas a massa específica do agregado, conforme 8.3.

 

 

5.0                  - PROCEDIMENTO

 

5.1.             - Pesar 500 g de amostra (ms), colocar no picnômetro e registrar a massa do conjunto (m1). Encher o frasco com água e movê-lo de forma a eliminar as bolhas de ar, colocar a tampa e completar com água até a marca de referência. Colocar o frasco em banho termorregulador mantido a temperatura constante de (21+2)°C por aproximadamente 1 h.

 

 

5.2.             - Após esse intervalo, completar com água até a marca de referência e determinar a massa total (m2).

 

5.3.             - Retirar o agregado miúdo do frasco e secá-lo a (105+5)°C até a massa constante. Esfriar a temperatura ambiente e pesar com precisão de 0,1g.

 

 

8.0                  - CÁLCULOS

 

8.1                  - Massa específica aparente do agregado seco

 

 

d1

=

m

V – Va

onde,

 

d1

=

massa específica do agregado seco, expressa em g/cm³

m

=

massa da amostra seca em estufa, em g

V

=

volume do frasco, em cm³

Va

=

volume de água adicionado ao frasco, de acordo com a seguinte fórmula, em cm³:

 

Va

=

m2 – m1

a

onde,

 

m1

=

massa do conjunto (frasco+agregado), em g

m2

=

massa total (frasco+agregado+água), em g

a

=

massa específica da água, em g/cm³

 

 

8.2                  - Massa específica do agregado saturado superfície seca

 

d2

=

ms

V – Va

 

onde,

 

d2

=

massa específica do agregado saturado superfície seca, em g/cm³

ms

=

massa da amostra na condição saturada superfície seca, em g

V

=

volume do frasco, em cm³

Va

=

volume de água adicionado ao frasco, em cm³

 

 

8.3                  - Massa específica

 

d3

=

m

(V – Va) –

ms – m

 

 

 

a

 

 

d3

=

massa específica do agregado, em g/cm³

m

=

massa da amostra seca em estufa, em g

V

=

volume do frasco, em cm³

Va

=

volume de água adicionado ao frasco, em cm³

ms

=

massa da amostra na condição saturada superfície seca, em g

a

=

massa específica da água, em g/cm³

 

 

9.0                  - CONCORDÂNCIA DE RESULTADOS

 

9.1                  - Os resultados de ensaios realizados com a mesma amostra não devem diferir em mais de 0,02 g/cm³ para a massa específica. Tomar como valor definitivo a média dos valores correspondentes obtidos e registrar com aproximação de 0,01 g/cm³.

 


 
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